
Rodrigo Ratier combinou com seus colegas de trabalho, em março de 2009, que iria oferecer um livro em vez de esmola a quem viesse lhe pedir dinheiro nos semáforos. Os livros ficavam dentro de uma caixa, no banco de trás de seu Palio Preto. Para as treze ofertas que fez não houve nenhuma recusa. Ele contou que alguns até pediram mais.
O repórter descobriu que apenas 15% das pessoas para quem entregou livros nunca estudou. Ou seja, a maioria foi alfabetizada e por isso interessaram-se tanto pelos temas e queriam escolher o seu livro.
No primeiro dia, em um cruzamento no bairro do Itaim, encontrou um homem que se chamava Vitor, tinha 20 anos e era vendedor de balas. Assim que começou a falar, Vitor colocou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo. Ele perguntou se tinha algum livro do autor Sidney Sheldon e contou que era o autor que mais gostava na cadeia, onde aprendeu a ler. Pegou o livro mais grosso da caixa para ele ler e pediu mais um para uma mulher que o esperava sentada na calçada.
Quase ao fim do passeio, avistou uma mulher com um bebê de um ano, a mulher tentava ganhar um trocado. Parou no farol e perguntou os seus nomes, a mulher se chamava Maria e a menina Vitoria.Ofereceu um livro e a moça pediu um infantil.Percorreu dois quarteirões a frente, deu o retorno e notou que Maria se sentia feliz.
A idéia de Rodrigo Ratier nos parece muito interessante, pois permite que pessoas menos favorecidas, tenham a oportunidade de ler e apreciar a arte de um livro.
Fontes: www.ne.org.br
O repórter descobriu que apenas 15% das pessoas para quem entregou livros nunca estudou. Ou seja, a maioria foi alfabetizada e por isso interessaram-se tanto pelos temas e queriam escolher o seu livro.
No primeiro dia, em um cruzamento no bairro do Itaim, encontrou um homem que se chamava Vitor, tinha 20 anos e era vendedor de balas. Assim que começou a falar, Vitor colocou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo. Ele perguntou se tinha algum livro do autor Sidney Sheldon e contou que era o autor que mais gostava na cadeia, onde aprendeu a ler. Pegou o livro mais grosso da caixa para ele ler e pediu mais um para uma mulher que o esperava sentada na calçada.
Quase ao fim do passeio, avistou uma mulher com um bebê de um ano, a mulher tentava ganhar um trocado. Parou no farol e perguntou os seus nomes, a mulher se chamava Maria e a menina Vitoria.Ofereceu um livro e a moça pediu um infantil.Percorreu dois quarteirões a frente, deu o retorno e notou que Maria se sentia feliz.
A idéia de Rodrigo Ratier nos parece muito interessante, pois permite que pessoas menos favorecidas, tenham a oportunidade de ler e apreciar a arte de um livro.
Fontes: www.ne.org.br
André Ribei ro e Marcos Twiaschor - 4ª A.
Um comentário:
Que interessante se fosse facil comprar e dar livros acho que tambem faria isso!!
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