Depois de seus sucessos Insônia, Batman Begins e Batman-O Cavaleiro das trevas, Christopher Nolan produziu um filme de suspense, ficção e, sobretudo, ação, que novamente engloba um tema intrigante e complexo: os sonhos. Em “A Origem” (Inception, 2010) ele prova ser um ótimo diretor, que tem a habilidade de fazer as pessoas refletirem sobre seus filmes cada vez mais. 
No filme, Dom Cobb (interpretado por Leonardo di Caprio) é um agente, contratado para arrancar informações do subconsciente das pessoas, o que ele faz por meio de seus ajudantes, cada um responsável por uma parte do roubo: um arquiteto, que cria ambientes no subconsciente dessas pessoas, um químico que, por meio de sedação, acaba roubando as informações das mesmas e um falsificador, que deve criar pessoas reais na mente e fazê-las fazer o que querem que seja feito.
Após falharem em uma missão, eles têm um trabalho considerado impossível por especialistas: implantar uma ideia.
Parece fácil? Errou, pois se colocassem a ideia no primeiro nível do subconsciente, ela seria descartada de cara e, ainda pior, poderia ser rastreada a origem do pensamento. Então, vão cada vez tentando descer mais fundo na mente de um herdeiro de uma grande empresa. O que não esperavam, é que sua mente era treinada para proteger essas informações.
O filme pode parecer estranho no começo e é excessivamente longo, mas vale à pena assistir. O ambiente sombrio e a ideia absurda fazem deste um filme para se ver inúmeras vezes.
Martin Levy e Pedro Wakisaka - 5° ano C
Fonte da imagem: vertentesdocinema.blogspot.com
Site do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=PPuBaLdsVUQ
Fonte da imagem: vertentesdocinema.blogspot.com
Site do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=PPuBaLdsVUQ
2 comentários:
Esse filme deve ser legal, pois nos faz pensar nas coisas que fazemos e porque fazemos.
Achei o tema interessante e o texto está bem formatado. Parabéns Pedro e Martin!
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