Brinquedo inventado há 60 anos continua atrativo para as crianças


Quando começaram a surgir os videogames e jogos eletrônicos, a Lego fez uma escolha: permaneceu fiel aos verdadeiros blocos de montar. Mas as vendas só caíam. Foi aí que a empresa tomou a dura decisão de criar robôs e acrescentar circuitos elétricos aos blocos. Então, até as escolas passaram a usar Lego na sala de aula.
Aqui no Santa também temos aulas de robótica na 6ª série. As próprias crianças montam os robôs e instalam os circuitos para depois exibirem suas esculturas na Internet. A rede sempre entra de algum modo na brincadeira, pois ela proporciona às crianças algo de que elas gostam muito: a chance de competirem umas com as outras em escala global.
Nos países que têm inverno rigoroso, onde as pessoas costumam ficar o dia inteiro em casa, os blocos de montar ajudam a tirar o tédio. Os adultos representam 10% das vendas no mundo todo.
“Descobrimos, com algum sofrimento, que a única coisa que fazemos realmente bem são os bloquinhos de montar. E, nisso, ninguém é melhor”, disse Jorgen Vig Knudstorp o presidente da Lego, de 39 anos.
Fonte: www.lego.com
Caio Villela e Gustavo Borklian – 4ª C.


Quando começaram a surgir os videogames e jogos eletrônicos, a Lego fez uma escolha: permaneceu fiel aos verdadeiros blocos de montar. Mas as vendas só caíam. Foi aí que a empresa tomou a dura decisão de criar robôs e acrescentar circuitos elétricos aos blocos. Então, até as escolas passaram a usar Lego na sala de aula.
Aqui no Santa também temos aulas de robótica na 6ª série. As próprias crianças montam os robôs e instalam os circuitos para depois exibirem suas esculturas na Internet. A rede sempre entra de algum modo na brincadeira, pois ela proporciona às crianças algo de que elas gostam muito: a chance de competirem umas com as outras em escala global.
Nos países que têm inverno rigoroso, onde as pessoas costumam ficar o dia inteiro em casa, os blocos de montar ajudam a tirar o tédio. Os adultos representam 10% das vendas no mundo todo.
“Descobrimos, com algum sofrimento, que a única coisa que fazemos realmente bem são os bloquinhos de montar. E, nisso, ninguém é melhor”, disse Jorgen Vig Knudstorp o presidente da Lego, de 39 anos.
Fonte: www.lego.com
Caio Villela e Gustavo Borklian – 4ª C.
Um comentário:
Eu achei essa reportagem muito legal, além disso adoro montar lego, é meu passatempo favorito.
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