Desde a sua primeira edição, em 1951, a Bienal
de São Paulo apresenta ao público a cultura contemporânea a partir do ponto de
vista do Brasil.
A Bienal deste ano é composta por um grande número de obras inéditas ou feitas especialmente para exposição, que nem sempre
poderão ser apreciadas em outra ocasião.
Procurando
promover vários tipos de arte (fotografia, esculturas, instalações e quadros,
por exemplo), a exposição é um evento capaz de abrigar obras e artistas que se
comunicam entre si.
A bienal, portanto, se comunica com as
pessoas de uma forma diferente das demais exposições e isso coloca desafios e
responsabilidades únicas. Exige uma bienal que não parta do zero a cada dois
anos, mas que, ao contrário, seja uma
continuidade da anterior.
Assim que termina uma bienal, os curadores
começam a pensar e montar a próxima, aprofundando aspectos da última:
melhorando e trazendo coisas novas.
Entrevistamos Paulo, professor de artes dos 4º e 5º anos,
para saber um pouco mais sobre a Bienal.
Ele nos contou que vai ser uma bienal muito importante, que
tem muitos trabalhos interativos, vídeos e várias coisas bacanas. Disse que a cada dois anos, ela fica melhor e que essa
Bienal vai deixar história. Contou que há obras de uma artista americana que
trabalha com fios. Ela enrola fios e roupas para deixar como lembrança de cada
lugar que visitou.
Uma obra que ele
achou interessante foi a de um grupo de artistas peruanos, chamados PPPP (produção
peruana para pensar) que fizeram sete quadros
em branco, chamados ”Marinhas”, que para quem simplesmente vê é muito sem
graça, apenas um quadro branco, mas o que ninguém sabe é que eles pegaram um
balde com água do mar e jogaram no quadro.
João Tess
e Rodrigo Crescenzo 5C
2012

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