Era uma vez um jovem rapaz muito cobiçado por sua beleza e elegância. Na pequena cidade de Rio Grande do Sul em que morava, era convidado todo final de semana à casa do prefeito e lá encontrava as três filhas solteiras do político.
Num desses fins de semana, o jovem recitava um poema no meio da sala, todos os olhares pousados para ele, quando... PUM! Ele soltou um mal-cheiroso e ruidoso traque.
Um silêncio constrangedor se fez na sala, o jovem olhou o cachorro da casa, pensou em pôr a culpa nele, mas, pensando bem, não havia como fugir daquele embaraço. O silêncio foi quebrado com as gargalhadas do prefeito, da primeira dama, das filhas, dos empregados e até do cachorro que latia sem parar.
O jovem deixou a casa de cabeça baixa, humilhado e envergonhado. No meio do caminho, uma misteriosa velha parou o jovem e perguntou:
— O que foi meu netinho? Por que tamanha tristeza?
O jovem sentiu necessidade de se abrir com alguém, ergueu a cabeça e respondeu:
— Acabei de soltar um PUM na frente do prefeito, da primeira dama e de suas filhas. Nunca me senti tão humilhado na vida.
— Sabia que todos nós fazemos isso mais de dez vezes por dia? — disse a velha com ar de sabedoria.
— Até a Margarida, filha mais moça do prefeito? — perguntou o jovem.
— Sim, até a rainha de Sabá soltava flatulências — disse a velha.
— Mas saber disso não aliviou meu sentimento de vergonha — resmungou o jovem.
— Você quer se vingar deles? — quis saber a velha.
— Sim — disse o convicto jovem.
A velha pediu a ele que esperasse um pouco, depois voltou com um embrulho na mão e disse:
— Dentro desse embrulho há um pó mágico. Ponha-o no batente da porta de casa do prefeito. Não deixe que ninguém o veja fazendo isso.
— O que vai acontecer? — perguntou o jovem, curioso.
— Fique escondido, observe e se divirta. Adeus, meu netinho.
O jovem não conseguiu perguntar o nome daquela senhora, ela já havia desaparecido como por um passe de mágica. Ele, então, foi até a casa do prefeito, deixou o embrulhou no batente da porta e se escondeu atrás de uma árvore.
Um silêncio constrangedor se fez na sala, o jovem olhou o cachorro da casa, pensou em pôr a culpa nele, mas, pensando bem, não havia como fugir daquele embaraço. O silêncio foi quebrado com as gargalhadas do prefeito, da primeira dama, das filhas, dos empregados e até do cachorro que latia sem parar.
O jovem deixou a casa de cabeça baixa, humilhado e envergonhado. No meio do caminho, uma misteriosa velha parou o jovem e perguntou:
— O que foi meu netinho? Por que tamanha tristeza?
O jovem sentiu necessidade de se abrir com alguém, ergueu a cabeça e respondeu:
— Acabei de soltar um PUM na frente do prefeito, da primeira dama e de suas filhas. Nunca me senti tão humilhado na vida.
— Sabia que todos nós fazemos isso mais de dez vezes por dia? — disse a velha com ar de sabedoria.
— Até a Margarida, filha mais moça do prefeito? — perguntou o jovem.
— Sim, até a rainha de Sabá soltava flatulências — disse a velha.
— Mas saber disso não aliviou meu sentimento de vergonha — resmungou o jovem.
— Você quer se vingar deles? — quis saber a velha.
— Sim — disse o convicto jovem.
A velha pediu a ele que esperasse um pouco, depois voltou com um embrulho na mão e disse:
— Dentro desse embrulho há um pó mágico. Ponha-o no batente da porta de casa do prefeito. Não deixe que ninguém o veja fazendo isso.
— O que vai acontecer? — perguntou o jovem, curioso.
— Fique escondido, observe e se divirta. Adeus, meu netinho.
O jovem não conseguiu perguntar o nome daquela senhora, ela já havia desaparecido como por um passe de mágica. Ele, então, foi até a casa do prefeito, deixou o embrulhou no batente da porta e se escondeu atrás de uma árvore.
Logo em seguida, uma criada que voltava do galinheiro abriu a porta da casa e, assim que entrou, começou a soltar puns tão altos e fedorentos que fez com que a primeira-dama largasse sua jardinagem e fosse correndo para casa:
— O que está acontecendo, Maria? — gritou a primeira-dama.
— Não sei, patroa... PUM! É muito estranho... PUM! Não consigo parar de soltar... PUM!
— Você deve ter comido algo podre... PUM!
A primeira-dama não conseguiu mais falar, começou a soltar um montão de puns. As duas mulheres começaram a gritar, outros criados entraram para ver o que estava havendo. E todo aquele que entrava pela porta começava a soltar gases sem parar.
O local parecia um pandemônio, eram explosões e mais explosões, um cheiro insuportável. O prefeito e as filhas foram avisados e assim que entraram na casa: PUM! PUM! PUM!
— Chame um... PUM!... padre! A casa está... PUM!... amaldiçoada! — gritava o prefeito.
O padre foi chamado, mas assim que entrou: PUM!PUM!PUM!PUM!
A cidade inteira foi ver o ocorrido, as gargalhadas eram tão altas quanto o barulho dos traques. Até o cachorro do perfeito não parava de soltar puns. O jovem, satisfeito, aproximou-se do batente da porta, pegou o embrulho e o jogou no lixo. No mesmo instante, a casa ficou silenciosa. O cheiro permanecia insuportável, mas logo ventilaram o ambiente, o povo perdeu o interesse e foi embora.
— O que está acontecendo, Maria? — gritou a primeira-dama.
— Não sei, patroa... PUM! É muito estranho... PUM! Não consigo parar de soltar... PUM!
— Você deve ter comido algo podre... PUM!
A primeira-dama não conseguiu mais falar, começou a soltar um montão de puns. As duas mulheres começaram a gritar, outros criados entraram para ver o que estava havendo. E todo aquele que entrava pela porta começava a soltar gases sem parar.
O local parecia um pandemônio, eram explosões e mais explosões, um cheiro insuportável. O prefeito e as filhas foram avisados e assim que entraram na casa: PUM! PUM! PUM!
— Chame um... PUM!... padre! A casa está... PUM!... amaldiçoada! — gritava o prefeito.
O padre foi chamado, mas assim que entrou: PUM!PUM!PUM!PUM!
A cidade inteira foi ver o ocorrido, as gargalhadas eram tão altas quanto o barulho dos traques. Até o cachorro do perfeito não parava de soltar puns. O jovem, satisfeito, aproximou-se do batente da porta, pegou o embrulho e o jogou no lixo. No mesmo instante, a casa ficou silenciosa. O cheiro permanecia insuportável, mas logo ventilaram o ambiente, o povo perdeu o interesse e foi embora.
O jovem entrou na casa e pediu a mão de Margarida em casamento.
— Sabem que todos nós fazemos isso mais dez vezes por dia? — disse o jovem.
Todos riram, inclusive o cachorro, e um lindo casamento foi realizado no mês seguinte. Alguns contam que, na hora do sim, Margarida soltou um punzinho que não interferiu em nada em sua felicidade.
Gabriel Ligeiro e João Luis - 4ª D
— Sabem que todos nós fazemos isso mais dez vezes por dia? — disse o jovem.
Todos riram, inclusive o cachorro, e um lindo casamento foi realizado no mês seguinte. Alguns contam que, na hora do sim, Margarida soltou um punzinho que não interferiu em nada em sua felicidade.
Gabriel Ligeiro e João Luis - 4ª D

Um comentário:
Olá!
Acho que na história de vocês faltou a gravação; Não era uma áudio história?
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